A praça pública minimalista. 180 caracteres, zero ruído. Só gente e faíscas.
Cada recurso do minx existe para uma coisa só: transformar cinco minutos de tédio em cinco minutos bons. E instala direto do navegador — sem loja de app.
O tamanho exato de uma boa ideia. Sem threads infinitas, sem textão. Foto e vídeo entram; enrolação não.
Nosso "curtir". Rápido como o nome. Uma faísca acende outra — nos minxes e nas mensagens.
Conversa ao vivo, aberta, todo mundo junto. E efêmera de verdade: 24h sem mensagem e a sala apaga. Como toda boa conversa de praça.
Papo privado, um a um, ao vivo. E conversa nova só chega de quem você segue — caixa de entrada sem estranhos.
#tópicos, @pessoas e o que a praça anda falando nas últimas 24 horas. Descoberta sem labirinto.
Um botão. Um minx aleatório da praça. O antídoto de bolso contra o tédio.
A aba Geral é cronológica pura: todo mundo vê o mesmo, do mais novo pro mais antigo. Ela nunca sai do lugar — está sempre a um toque.
Sem anúncios, sem rastreadores, sem venda de dados. Verificação em duas etapas, exportar seus dados e excluir a conta — tudo embutido.
Sem frameworks pesados. Abre em qualquer aparelho num piscar — e vira ícone na sua tela de início, direto do navegador.
As redes ficaram grandes demais, barulhentas demais, espertas demais. Todo mundo gritando, ninguém conversando.
O minx nasce do movimento contrário: uma praça, não um palco. Sem métricas de vaidade infladas, sem feed que te prende — um lugar para soltar uma ideia curta, acender uma faísca e seguir a vida.
Tédio não se combate com scroll infinito de ansiedade. Se combate com gente interessante em doses pequenas.
Solta um minx. É só isso. E é tudo.
Sem planos, sem assinatura, sem anúncios, sem venda de dados. Rede social é praça pública — e praça não cobra ingresso. Quem chegar entre os primeiros ainda leva o selo ✦ de fundador, de presente.
Entrar na praça ⚡